Laser para tratamento de varizes: Tipos de tratamento

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Vasos doentes de grande calibre podem exigir tratamento com cirurgia, para extirpá-los ou com químicos sob forma de espuma, mais poderosos.

Resumindo: Para a pergunta, “qual o melhor tratamento para varizes” ainda não temos aquela resposta quase mágica, o tratamento perfeito. Gosto da expressão usada por um importante angiologista francês, Pittaluga: “Tratamento a la carte”de varizes específico para cada tipo de apresentação de veias doentes. vários tipos de cirurgia: - Consolidação de suturas aórticas e vasculares em geral. - Tratamento endoscópico de varizes esofágicas, gástricas e A hipertensão portal é uma complicação de evolução progressiva da cirrose hepática, sua consequência direta é a formação de varizes esofágicas, com risco de hemorragia digestiva alta e sangramento. O sangramento por varizes esofágicas é uma complicação potencialmente letal da cirrose, principalmente em pacientes que apresentam outras complicações clínicas da cirrose como icterícia ou episódios prévios de hemorragia varicosa. No momento do diagnóstico, varizes esofágicas estão presentes em pouco menos de 50% dos pacientes e cerca de um terço dos pacientes com cirrose hepáticadesenvolverão hemorragia varicosa. O risco de sangramento das varizes esofágicas é relacionada ao seu tamanho, grau de disfunção hepática e as chamadas marcas vermelhas ou “red spots”. O crescimento das varizes é influenciado pelo aumento de pressão e fluxo da circulação portal, pois com esses aumentos elas crescem e aumentam o seu risco de ruptura.

Existem quantos tipos de varizes?

  • Encefalopatia (às vezes chamada de encefalopatia hepática),
  • Estenose esofágica após cirurgia ou terapia endoscópica,
  • Choque hipovolêmico,
  • Recorrência de sangramento após o tratamento

As varizes gastroesofágicas são os mais relevantes colaterais portossistêmicos porque sua ruptura leva à hemorragia digestiva alta significativa com o potencial sangramento.

Em pacientes com cirrose compensada (isto é, aqueles que não têm ascite, hemorragia por varizes, encefalopatia, ou icterícia), a classificação de Child-Pugh tem importante valor prognóstico. A utilização de métodos de exame menos invasivos para determinar a presença de varizes esofágicas, como a capsula endoscópica, estão em estudo e não podem ser recomendadas neste momento. Em pacientes sem varizes e naqueles com hemorragia varicosa, a mensuração do gradiente de pressão venosa hepática (GPVH) é o melhor método para estratificar o risco. Em pacientes com hemorragia por varizes, um GPVH maior do que 20 mm Hg é o melhor preditor de desfechos ruins. A classificação MELD, que é usada para indicar transplante hepático, prediz o desenvolvimento da descompensação em pacientes sem varizes esofágicas e mortalidade em seis semanas após o evento hemorrágico. Um estudo com uso de betabloqueador demonstrou diminuição no risco de desenvolver varizes esofágicas, mas esse benefício é contrabalançado pelo aumento de eventos adversos associados com o uso de betabloqueadores. Dada a alta taxa de recorrência, os pacientes que sobrevivem a uma hemorragia por varizes aguda devem receber tratamento para prevenir a recorrência. Em pacientes que não são candidatos à ligadura endoscópica de varizes, a estratégia seria maximizar a redução da pressão portal combinando betabloqueadores e nitratos. No caso das varizes gástricas, que estão presentes em 20% dos pacientes com cirrose, quer isoladamente ou em combinação com varizes de esôfago, o tratamento apresenta algumas diferenças.

Existem vários tipos de varizes, dentre eles podemos destacar:

  • Fezes negras com cheiro fétido;
  • Fezes com sangue vivo;
  • Vômitos com sangue;
  • Cansaço excessivo e palidez.

O sangramento de varizes de fundo gástrico é mais grave entre as varizes gástricas e está associado com uma maior taxa de morte do que o sangramento de varizes esofágicas.

A terapia endoscópica pode ser repetida no primeiro episódio de ressangramento no caso de varizes esofágicas, mas não oferece benefício em varizes gástricas. Gastropatia portal hipertensiva é uma lesão da mucosa gastrointestinal caracterizada por vasos da mucosa gástrica dilatados principalmente na região do fundo e do corpo gástrico. c) Fundo (Lgf). VEG tipo 2 - extendem-se para o fundo gástrico. VGI tipo 1 - varizes gástricas isoladas localizadas no fundo gástrico a poucos centímetros da cárdia; O câncer gástrico precoce, com base no aspecto endoscópico, é classificado em três tipos principais e três subtipos: “Câncer Gástrico Avançado - Classificação de Borrmann.” Esses diferentes tipos de ocorrência refletem o grande número de processos fisiopatológicos que podem lesar o fígado e sua capacidade de reserva. Podem ocorrer sintomas que vão desde o mais sutis como a fadiga e hipoalbuminemia ou severos como hemorragia por varizes. Os fatores que indicam o risco de hemorragia são: presença de ascite, confusão mental acentuada, varizes esofagianas de grosso calibre e coagulopatia.

Quais os tipos de tratamento para vasinhos e varizes? Qual o melhor?

  • Débito cardíaco diminuído.
  • Volume de líquido deficiente.
  • Perfusão tissular periférica ineficaz.
  • Risco de aspiração.
  • Risco de desequilíbrio eletrolítico.
  • Risco de choque.
  • Ansiedade.

O portador pode apresentar diversas complicações entre elas a hemorragia por varizes esofágicas, a ascite (e peritonite bacteriana espontânea), a desnutrição, a encefalopatia hepática e o hepatocarcinoma.

Ambos os tipos podem ulcerar causando sangramento e perfuração. Patologia do Trato Gastrointestinal – Estômago Fisiologia normal do estômago O estômago é um órgão digestivo e endócrino glandular dividido em 4 grandes regiões anatômicas: cárdia, fundo, corpo e antro. Estas encontram-se no fundo e no antro onde secretam muco e pepsinogênio. Classificação Tipo A Envolve o fundo e o corpo gástrico e encontra-se circunscrita a mucosa oxíntica. Tipo AB Pode afetar os dois tipos de mucosa, a oxíntica e a antral. Morfologia Lesão única arredondada ou ovalada de 1 a 2 cm com fundo limpo. Tratamento de varizes Sem Corte, Sem Laser e Sem espuma… é possível… Existem dois tipos principais de veias: as profundas e as superficiais. O sistema de fechamento VenaSeal foi aprovado para uso nos Estados Unidos pelo Food and Drug Administration para o tratamento de varizes sintomáticas dos membros inferiores. Diversos testes mostraram que o dispositivo é seguro e eficaz para a oclusão da veia safena, no tratamento de varizes sintomáticos das pernas, segundo comunicado àimprensa distribuído pela FDA.

Principais tipos de tratamento das varizes esofágicas

No tratamento das complicações da hipertensão porta, como varizes esofágicas,utilizam-se a ligadura elástica e a escleroterapia por via endoscópica, a derivação porto-sistêmica e implantação de shunts intra-hepáticos.

Tratamento endoscópico em que se injeta um agente esclerosante (irritante) ou uma cola biológica (cianoacrilato) no interior da variz por meio de uma agulha. O cianoacrilato é especialmente útil no tratamento das varizes de fundo gástrico. Quando ocorre uma hemorragia por varizes esofágicas fora dos grandes centros, não há a opção de tratamento farmacológico com vasodilatadores esplâncnicos, endoscopia de urgência. À endoscopia foi diagnosticada grande variz de fundo gástrico. A obliteração de varizes gástricas com cianoacrilato é um tratamento efetivo e com baixo índice de complicações. Com este tratamento de varizes, o doente é intervencionado de manhã e à tarde pode retomar as suas rotinas, inclusive o trabalho. Porém, como ainda não está disponível em unidades públicas, os doentes podem procurar um tratamento de varizes alternativo. Dependendo da evolução das varizes, o tratamento pode variar. Quando a variz ainda é pequena, o tratamento mais indicado é com espuma, que consiste numa mistura de gás carbónico com um líquido.

Os tipos de varizes: primárias e secundárias

Resumo A hemorragia digestiva alta decorrente da ruptura de varizes esofágicas é causa importante de morbimortalidade entre os pacientes com hipertensão porta.

Palavras-chave: Varizes Esofágicas e Gástricas; Hipertensão Portal; Hemorragia Gastrointestinal; Endoscopia Gastrointestinal; Cirrose Hepática; Fatores de Risco. Resulta na formação de varizes esofágicas (VEs), varizes gástricas e gastropatia da hipertensão porta e, como consequência, na hemorragia digestiva alta (HDA). Apenas 46% dos pacientes com doença hepática avançada foram submetidos à EDA para pesquisa de varizes. No entanto, essa prática em todos os adultos com cirrose tem implicações econômicas, pois somente metade dos pacientes apresenta varizes na primeira EDA. Portanto, é necessário identificar subgrupos de pacientes com alto risco de apresentar varizes e que possam se beneficiar da triagem. Na ausência desses fatores, a prevalência de varizes foi de 12,8%, sendo que nenhum desses pacientes apresentava varizes de grosso calibre. Esses fatores permitem identificar o grupo de pacientes cirróticos, com baixa prevalência de varizes e, principalmente, sem varizes de grosso calibre, nos quais a EDA pode ser evitada. Estudos sobre a prevalência de varizes esofágicas e hemorragia digestiva em crianças e adolescentes A maioria dos dados sobre a história natural das VEs procede de estudos em adultos. O risco geral de HDA em crianças com cirrose e varizes pode atingir 38% em cinco anos.

Tipos de varizes

Dos 24 pacientes que tinham varizes, mas não tinham história de HDA, nove possuíam varizes de grosso calibre (14,8% dos 61 pacientes), sendo, então, submetidos à escleroterapia primária.

Sao discutidos a evolucao clinica e o tratamento de dois pacientes com pancreatite cronica de etiologia alcoolica, complciada com hemorragia digestiva localizada no corpo e fundo gastricos. As varizes esofágicas são veias anômalas e dilatadas que se formam no esôfago, geralmente na sua metade inferior, e que são uma consequência possível das doenças crônicas do fígado. Estas varizes apresentam um risco elevado de hemorragia e, portanto, existem alguns tratamentos que permitem prevenir este acontecimento, sendo a Ligadura Elástica de Varizes Esofágicas um deles. Após a identificação das varizes e determinada a indicação para o tratamento, é colocada na ponta do endoscópio um dispositivo especial. A partir desta terça-feira (199), a Prefeitura de Curitiba incorpora a cirurgia de varizes como mais um procedimento médico no rol dos atendidos pela estratégia Mutirão Saúde Já. Além disso, existem diferentes tipos de cirurgia para retirar varizes, sendo que nenhuma garante um resultado 100%. As veias que se tornam varizes são aquelas que ganham vasos sanguíneos que entopem, acumulando sangue, tornando-se mais grossas e visíveis. Alguns pacientes com hipertensão portal podem desenvolver veias dilatadas (varizes) no estômago. Estas ficam geralmente próximo da transição do estômago com o esôfago ou na parte inicial do estômago chamada de “fundo gástrico”.

Laser para tratamento de varizes: Tipos de tratamento

Uma vez que as veias no esófago se encontram muito próximo do revestimento interno deste órgão, as varizes nesta localização podem sofrer rotura e causar hemorragia grave.

As varizes esofágicas ocorrem quase sempre em pessoas com cirrose hepática. Os indivíduos com varizes esofágicas secundárias a cirrose hepática apresentam geralmente outros sintomas relacionados com a sua doença do fígado. Prevenção A melhor forma de prevenir as varizes esofágicas consiste em reduzir o risco de cirrose. Não existe vacina para prevenir a infecção pelo vírus da hepatite C. Se um doente tiver varizes esofágicas, o tratamento pode prevenir a hemorragia. Este tratamento inclui a colocação de elásticos ou a escleroterapia por via endoscópica (descrita na secção do Tratamento) para erradicação das varizes. Tratamento O tratamento de emergência da hemorragia por rotura de varizes esofágicas começa pela administração de sangue e de soros por via endovenosa para compensar a perda de sangue. Este tratamento reduz o excesso de pressão nas varizes esofágicas e diminui o risco de hemorragia no futuro. Quando contactar um médico A hemorragia das varizes esofágicas pode por em risco a vida dos doentes. Prognóstico Pelo menos 50% dos doentes que sobrevivem a uma hemorragia por varizes esofágicas encontram-se em risco de uma nova hemorragia nos próximos um a dois anos.

A cirurgia de varizes a laser está rapidamente se tornando o padrão-ouro no tratamento de varizes.

Moricz, André de Título em português Tratamento de varizes gástricas: mola e cianoacrilato versus cianoacrilato-estudo prospectivo randomizado Palavras-chave em português Cianoacrilatos

Varizes gástricas Resumo em português A obliteração com cianoacrilato ainda é a técnica recomendada para tratamento das varizes gástricas, apesar do risco de embolia pulmonar. Foram tratados pacientes com varizes gástricas pseudotumorais dos tipos GOV2 ou IGV1, em profilaxia primária ou secundária, sem tratamento endoscópico ou radiológico prévio. Considerada uma técnica inovadora para o tratamento de varizes, a escleroterapia ecoguiada com espuma não precisa de internação, exige menor tempo de tratamento e promove rápida recuperação. Além da nova técnica, as pessoas que sofrem com varizes tem à disposição no SUS tratamento cirúrgico, atendimento fisioterapêutico e fasciotomia para descompressão. Vários tipos de laser são aplicados à medicina para o tratamento de várias doenças e quando bem indicado e bem aplicado pode proporcionar excelentes resultados. Da mesma forma que o laser, sua aplicação no tratamento das varizes já é bastante estudada e uma ótima opção para o tratamento da veia safena. Exame de escolha: EDA Preditores de sangramento: Calibre das varizes Presença de Red-spots Gravidade da doença hepática Pressão portal >= 12mmHg 3 Fatores associados com o aumento do calibre das varizes: Gravidade da doença hepática (Child B ou C) Presença de red-spots Presença de cirrose de etiologia alcóolica. (CI: sd hepatopulmonar e shunt intracardíaco) Tratamento de varizes esofagogástricas tipo I é o mesmo das varizes esofágicas.

Varizes de Fundo Gástrico: Esclerose com Cianoacrilato

O tratamento das varizes gastricas isoladas depende da localização.

Elas vão progredindo com o tempo?Marcelo Ruettimann Libertato: Existem dois tipos básicos de alteração, e uma classificação de varizes que vai de um até seis em relação a gravidade. E existem fatores que aumentam a predisposição como pressão alta, obesidade, trabalhar muito tempo em pé, faz com que as varizes elas cresçam mais rápido. Além disso, as varizes existem em maior quantidade nas mulheres, nas pessoas com mais de 40 anos, nos obesos e durante a gravidez. álcool) e o tratamento da causa da cirrose tendem a reduzir as varizes ou o Variz esofágica com sangramento ativo (seta) Além das varizes esofágicas, também podem ocorrer varizes no estômago. para o fundo gástrico Varizes isoladas localizadas no fundo gástrico a poucos centímetros da cárdia IGV2 varizes gástricas isoladas que ocorrem em qualquer local do estômago OPÇÕES DE TRATAMENTO Tratamento farmacológico Há duas modalidades básicas de tratamento farmacológico para as varizes de pelo tratamento endoscópico, há o risco de surgimento de novas varizes.

especialmente útil no tratamento das varizes de fundo gástrico, onde apresenta

(>5mm), com avaliação de sinais da cor vermelha pacientes com cirrose Child-Pugh A sem varizes devem realizar rastreamento pelo menos a cada 2 anos pacientes com cirrose Child-Pugh B sem varizes devem realizar rastreamento pelo menos a cada ano pacientes com varizes finas sem qualquer tratamento profilático devem ser C) e varizes finas devem ser submetidos a profilaxia primária pacientes com cirrose Child-Pugh A e varizes em pacientes com cirrose e varizes médias ou grandes com alto risco de empregados em pacientes com cirrose e varizes finas com alto risco de considerados em pacientes com cirrose e varizes finas com baixo risco de gástricas refratário ao tratamento endoscópico Variz gástrica com sangramento ativo (fonte) pacientes não cirróticos com trombose de veia porta e portadores de Assim, o médico pode ainda recomendar utilizar um dos outros tipos de tratamento para eliminar as varizes.

Normalmente, além deste tratamento o paciente também precisa tomar remédios para diminuir a pressão nas varizes e evitar que voltem a surgir.

O sangue começa então a congestionar na região de estômago e esôfago, o que é chamado de varizes do esôfago e gástricas. Contudo, uma bolsa de peritônio contendo parte do fundo estende-se através do hiato esofágico anterior ao esôfago. Para alguns, a doença não passa de uma preocupação puramente estética, mas em muitas situações as varizes podem causar dor e até mesmo problemas mais graves, como sérias doenças circulatórias. Casos Cristiane Vilaça enfatiza que a aplicação com espuma pode ser feita em praticamente todos os casos de varizes, mas que é mais aconselhável para situações graves. Fatores de risco Entre os principais fatores que podem gerar varizes estão a postura, passar muito tempo de pé ou sentado, gestação, uso de anticoncepcional e carregar muito peso. Classificação 6 - Locus gástrico (Lg) a) Ausente (Lg-); b) Cárdia (Lgc); c) Fundo (Lgf). Atualmente, vários tipos de esclerosantes estão disponíveis, Diferentes tipos de gastrites e gastropatias podem cursar com HDA na infância. As varizes esofágicas são o resultado da hipertensão portal que geralmente é causada por cirrose do fígado.

O tratamento para reduzir a pressão arterial do sangue na veia pode reduzir o risco de sangramento de varizes esofágicas.

O tratamento cirúrgico endoscópico com ligadura elástica de varizes serve para parar o sangramento das veias. Se as varizes esofágicas têm um alto risco de hemorragia, o médico pode recomendar um procedimento chamado ligadura elástica. O sangramento de varizes esofágicas é perigosa para a vida, é essencial um tratamento imediato. Criando um caminho de suplemento para o sangue, o shunt reduz a pressão na veia porta e muitas vezes pára o sangramento de varizes esofágicas. Tratar a causa do sangramento de varizes esofágicas pode ajudar a evitar a sua recorrência e tratar a doença do fígado que pode impedir o seu desenvolvimento. Atualmente, nenhum tratamento pode impedir o desenvolvimento de varizes esofágicas em pessoas com cirrose. Am J Gastroenterol 1989;84:1244-9 esôfago HISTÓRIA NATURAL Uma das mais importantes complicações da cirrose é sem dúvida a formação de varizes no esôfago. Varizes esofágicas vistas na endoscopia Ao momento do diagnóstico de cirrose, 40% dos indivíduos com doença compensada já possuem varizes esofágicas (e 60% dos com ascite). Além do calibre das varizes, a presença de “sinais da cor vermelha” indicam que as paredes estejam mais finas, facilitando o sangramento. Varizes esofágicas com sangramento Com a alta mortalidade decorrente do sangramento, todo portador de cirrose deve estar alerta quanto a sinais de hemorragia (tabela abaixo). As principais opções de tratamento endoscópico são a escleroterapia, aonde injeta-se um agente esclerosante no interior da variz, que se fecha e interrompe o sangramento, e a ligadura elástica. A principal complicação desse tratamento é a piora da hemorragia (já que há uma perfuração da variz) e a perfuração esofágica, mas são incomuns. As veias gástricas curtas, responsáveis pela drenagem do fundo gástrico, são tributárias da veia esplênica e, assim, também são diretamente influenciadas pela pressão no interior do sistema porta. Os principais fatores de risco para a hemorragia digestiva alta decorrente da ruptura de varizes esofagogástricas são: – hipertensão porta superior a 12 mmHg; A ligadura elástica endoscópica é o método preferido, em função da menor incidência de complicações e por estar associada a uma obliteração mais rápida das varizes. Ela está indicada principalmente nas varizes gástricas, por serem mais extensas e mais profundas, com pouca resposta tanto à ligadura elástica quanto à escleroterapia.